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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

O verdadeiro palhaço Bozo manda uma mensagem ao presidente Bolsonaro


O presidente Jair Bolsonaro compartilhou um vídeo do pastor evangélico Wanderley Tribeck, que interpretou o primeiro palhaço Bozo do Brasil nos anos 80, o defendendo.
Isso porque um dos principais apelidos de Bolsonaro entre seus opositores é Bozo. Para Tribeck, no entanto, a alcunha deve ser motivo de “orgulho”.
“A esquerda está elogiando nosso presidente quando chamam ele de Bozo. Porque o Bozo conquistou uma legião de amigos. As crianças que hoje têm seus 40, 45 anos, amaram o Bozo e continuam amando. Portanto, se o Bozo virou um ídolo, ele fez bem ao país. O Bozo não fazia nada de maldade. Portanto, Bolsonaro, tenha orgulho quando te chamam de Bozo, porque estão de chamando de uma pessoa boa”, disse Tribeck, que declarou ainda “amar” o presidente.
No Carnaval Carioca, a escola de samba Acadêmicos de Vigário Geral, do grupo de acesso, apresentou um carro alegórico que trazia um palhaço Bozo vestindo uma faixa presidencial e fazendo o tradicional gesto de “arminha” com as mãos feito por Bolsonaro.
Assista o vídeo:





Fonte: Portal MW


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Weintraub divulga lista das 54 escolas cívico-militares de 2020


O ministro da Educação, Abraham Weintraub, divulgou nesta 4ª feira (26.fev.2020) pelo Twitter a lista de 54 escolas que funcionarão no modelo cívico-militar no ano de 2020. O programa envolve gestão compartilhada de instituições de ensino entre professores e militares.

O MEC (Ministério da Educação) pode amparar as escolas do programa de duas formas: ou faz 1 repasse de R$ 1 milhão para o ano letivo, ou fornece militares reservistas das Forças Armadas às instituições de ensino. De acordo com a imagem divulgada pelo ministro, 27 instituições solicitaram o recurso financeiro e as outras 27, os recursos humanos.

Todas as escolas do programa devem ter militares em seus quadros. Quando o MEC faz o aporte financeiro, cabe aos Estados providenciar militares para as instituições –que podem ser policiais e bombeiros da ativa ou da reserva, a depender da determinação de cada unidade federativa.
Eis a íntegra da lista divulgada pelo ministro:

Lista

Weintraub destacou na postagem que a escola Professora Odila Maia Rocha Brito, do município de Campinas (SP), está “aguardando uma definição jurídica”. Caso a instituição não seja viável para o programa, a próxima cidade a entrar na lista será Sorocaba, também no Estado de São Paulo.

As escolas estão distribuídas da seguinte forma:
• Região Norte: 18;
• Regiã0 Nordeste: 7;
• Região Centro-Oeste: 11;
• Região Sudeste: 5;
• Região Sul: 13.

O Programa

A proposta inicial do MEC (ministério da Educação) é implementar o modelo cívico-militar em 216 escolas até 2023. Serão 54 novas instituições no programa a cada ano a partir de 2020.
Para participar da seleção, os colégios públicos devem ter de 500 a 1.000 alunos do 6º ao 9º ano do ensino fundamental ou do ensino médio. Terão preferência as escolas com estudantes em situação de vulnerabilidade social e com Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), indicador que mede a qualidade das escolas, abaixo da média dos Estados.

Além disso, a comunidade escolar precisa aprovar o modelo. O MEC disponibilizou o passo a passo para a realização da consulta à comunidade. A orientação está disponível aqui.
Os militares irão atuar como monitores, acompanhando os alunos e fazendo contato com as famílias. Exercerão atividades como supervisão escolar e psicopedagogia, preservando, as atribuições exclusivas dos docentes. Atuarão também no fortalecimento de valores éticos e morais e exercerão ainda funções administrativas para aprimorar a infraestrutura das escolas e a organização escolar.


Fonte: Portal MW


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‘Estão se unindo contra o nosso presidente’, alerta deputada


Políticos, imprensa e mundo jurídico reagiram de forma histérica por causa dos vídeos compartilhados pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, com convocação para manifestações do dia 15 de março.
Com a palavra impeachment já circulando em Brasília, a deputada Bia Kicis (PSL-DF) alertou para um claro movimento do establishment contra o chefe do Executivo.
Em mensagem no Twitter, nesta quarta-feira (26), a parlamentar disse que Bolsonaro é alvo de uma ação que reúne mídia, políticos, ministros e integrantes do MP, que não representam os 57 milhões de votos de Bolsonaro.
Ao citar as críticas do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Celso de Mello, Kicis ainda acrescentou que as manifestações do dia 15 precisam ser grandes.



Fonte: Portal MW


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Bonecos em homenagem a Moro e Bolsonaro fazem sucesso em Olinda e Recife


Na segunda-feira de Carnaval, o presidente Jair Bolsonaro foi representado como um dos bonecos do carnaval de rua de Olinda, Pernambuco.
Ano passado, o presidente também foi homenageado no Carnaval de Olinda.
A homenagem deste ano aconteceu no tradicional desfile popular junto com outros bonecos. O presidente Jair Bolsonaro foi representado junto com outros governistas, como o vice-presidente Hamilton Mourão e o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro.
Pelas redes sociais, Bolsonaro agradeceu ao povo de Pernambuco pelo apoio:

Sergio Moro também comentou a homenagem:




Com informações do Pleno.News


Fonte: Portal MW


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Carnaval: Bolsonaro posta “bloco Aliança pelo Brasil”


Alvo de críticas em blocos de rua espalhados pelo país e na Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro, o presidente Jair Bolsonaro postou em suas redes sociais nesta terça-feira de carnaval (25/02/2020) vídeo com manifestações de apoio.
Uma das postagens é um vídeo com um grupo de foliões uniformizados com camisas da legenda que o presidente deseja criar: a Aliança pelo Brasil.
Sustentando uma bandeira do Brasil, alguns foliões do bloquinho bolsonarista de Balneário Camboriú (SC) usavam adereços de policiais e de princesa e dançavam ao som da música “Sorte Grande”, gravada por Ivete Sangalo.

Outro vídeo, do mesmo bloco, foi postado pelo senador Flávio Bolsonaro, filho do presidente da República, em seu canal do Youtube.

Assista:

Fonte: Portal MW
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Damares deixa reunião da ONU em protesto contra ditadura Maduro


Damares Alves, ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, deixou a reunião da Organização das Nações Unidas (ONU), em Genebra, na Suíça, nesta terça-feira (25), em protesto contra o discurso de representantes da ditadura venezuelana de Nicolás Maduro.
Em seu discurso, proferido nesta segunda-feira (24), ela já havia criticado o regime socialista da Venezuela:
“Estamos particularmente preocupados com as centenas de crianças que chegam desacompanhadas ao Brasil. Elas precisam de uma perspectiva de vida livre e saudável, algo que lhes foi violentamente retirado pelo regime ilegítimo e autoritário de Nicolás Maduro.”
Damares também aproveitou o discurso a uma plateia de líderes internacionais para amplificar o que chamou de “preocupação do governo” do presidente Jair Bolsonaro com “as persistentes e sérias violações de direitos humanos cometidas na Venezuela”, destaca o site Metrópoles.


Com Informações de:  Renova Mídia e Metrópoles

Fonte: Portal MW


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A fala dos generais (por Luiz Holanda)


Praticamente começou com o general Hamilton Mourão, quando, em palestra na maçonaria, em Brasília, disse que uma “intervenção militar” poderia ser adotada se o Judiciário não solucionasse o problema político. Na época Mourão era secretário de Economia e Finanças do Exército, e respondia a uma pergunta dos organizadores do evento sobre a possibilidade de intervenção com base constitucional.
Segundo Mourão, o Alto Comando do Exército, naquela época, entendia que não era hora de agir:
“Até chegar o momento em que ou as instituições solucionam o problema político, pela ação do Judiciário, retirando da vida pública esses elementos envolvidos em todos os ilícitos, ou então nós teremos que impor isso.”
Em resposta, o Centro de Comunicação Social do Exército afirmou que a força “tem constantemente reafirmado seu compromisso de pautar suas ações com base na legalidade, estabilidade e legitimidade”.
Agora foi a vez do general Heleno. Expondo sua insatisfação com os parlamentares que desejam controlar o orçamento da União, o general falou em “chantagem” do Legislativo para aumentar o controle sobre o dinheiro, dizendo o seguinte:
“Não podemos aceitar esses caras chantageando a gente o tempo todo. Foda-se”.
Como não poderia deixar de ser, a fala do general caiu como uma bomba no meio político. Os presidentes da Câmara e do Senado tentaram reagir, esquecendo que o general pode não estar sozinho.
Antes, Heleno, em resposta a uma pergunta de um jornalista, disse que para anunciar um “novo AI-5” era preciso “estudar como vai fazer”. Tudo indica que esse estudo está sendo feito. Do jeito que as coisas vão, tudo pode acontecer, inclusive um novo AI-5.
A corrupção institucionalizada, a impunidade generalizada e a descrença na classe política estão forçando o povo a ir às ruas pedir a intervenção militar no país. Até agora é só um pedido; o problema será se os generais resolverem atender ao apelo.

Texto de Luiz Holanda

Fonte:  Portal MW


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