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domingo, 16 de fevereiro de 2020
Visão deturpada e desserviço aos fatos, diz Moro sobre documentário de Petra
Em entrevista a Eduardo Bolsonaro, Sérgio Moro, ministro da Justiça e Segurança Pública, afastou a relação da Lava Jato com o impeachment da ex-presidente Dilma e a eleição de Jair Bolsonaro. “São movimentos que foram distintos. Claro que existe um contexto no qual o presidente foi eleito. Mas, assim, o impeachment não teve a nada a ver com a eleição do presidente Jair Bolsonaro. São coisas dissociadas”, disse o ex-juiz da Operação Lava Jato.
Moro comentou esta associação do Impeachment com a eleição de Bolsonaro ao criticar o documentário Democracia em Vertigem, da diretora Petra Costa, indicado ao Oscar. “Para um documentário, acho que presta um desserviço aos fatos porque é uma visão deturpada daqueles acontecimentos.”
O Documentário de Petra Costa narra os fatos que levaram a remoção de Dilma Rousseff do poder, sob uma ótica esquerdista. O Filme, apesar de indicado ao Oscar, acabou derrotado na cerimônia para o filme ‘Indústria Americana’.
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Entrevistado por Eduardo Bolsonaro, Moro defende redução da maioridade penal
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, defendeu a redução da maioridade penal para 16 anos em casos de “crimes gravíssimos”. A declaração foi dada em entrevista ao deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). Moro foi o primeiro entrevistado de Eduardo no programa “O Brasil precisa saber”, lançado pelo deputado em seu canal no Youtube.
O ex-juiz da Operação Lava Jato e que hoje colhe excelentes resultados comandando a Justiça e Segurança Pública do país se mostrou simpático a ideia de reduzir a maioridade para evitar a impunidade.
“Existe uma proposta no Senado, que está parada. Eu, a princípio, sou simpático à redução da maioridade para 16 [anos] para crimes gravíssimos”, disse Moro. Eduardo afirmou que a declaração do ministro era uma boa oportunidade para o Congresso retomar o debate para combater a impunidade.
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Privatização do BB será inevitável, diz presidente do Banco
O atual presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes, afirmou, em entrevista para a Folha, que um dia, será inevitável privatizar o BB. Ele explicou que, por causa do avanço de algumas tecnologias no setor, é possível que a privatização aconteça no médio prazo. Segundo Novaes, esse processo pode levar mais de cinco anos, mas, por causa da pressão tecnológica, pode ter alguns elementos já antecipados.
O executivo disse que o motivo dessa possível privatização são duas principais tendências do mercado financeiro. Uma delas são as fintechs, companhias de movimentação financeiras, como os bancos virtuais e as empresas de transferência ou carteira virtual. A outra seria uma plataforma que busca padronização de dados bancários e a possibilidade de deixar o cliente portar contas e informações mais flexíveis em determinados serviços, assinala o Jornal de Brasília.
O Ministro da Economia, Paulo Guedes, já tinha se posicionado favorável à privatização do Banco Estatal. Esse debate, entretanto, ainda precisa passar por discussão no Congresso Nacional e pela aprovação do Presidente da República, Jair Bolsonaro.
Fonte: Portal MW














